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Os
tipos básicos de comportamento relacionados
com os quatro elementos da Natureza
4ª ed. 2002, 80 págs., 45 ilustrações
Dando continuidade a seu livro A face revela
o homem, o Dr. Norbert Glas evidencia aqui a
validade da antiga teoria grega da correspondência
entre os quatro elementos naturais (terra, água,
ar e fogo) e os quatro temperamentos humanos
(melancólico, fleumático, sangüíneo e colérico).
Reconhecendo as características de cada temperamento,
adquire-se a possibilidade de harmonizar tendências
unilaterais e cultivar o equilíbrio necessário
a uma vida biopsíquica saudável. |
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Caminho
para um ensino mais humano.
7ª ed. 2000, 248 págs.
(Com apêndice de Valdemar Setzer sobre informática e
jogos eletrônicos na educação)
Criada por Rudolf Steiner em 1919, a Pedagogia Waldorf
tem por meta proporcionar à criança e ao jovem o desabrochar
harmonioso de todas as suas capacidades, interligando
as esferas física, emocional e espiritual segundo sua
concepção integral do homem.
Tendo sido um dos pioneiros na fundação da primeira
escola Waldorf brasileira, Rudolf Lanz transmite aqui
seu conhecimento e sua experiência nesse sistema pedagógico
que há mais de oitenta anos vem modificando substancialmente
os conceitos de educação escolar em todo o mundo.
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As
características dos temperamentos no comportamento
infantil.
4ª ed. 2002, 128 págs.
Conhecer em profundidade a natureza infantil
é uma tarefa à qual deveria propor-se toda pessoa
incumbida de educar ou tratar crianças de qualquer
faixa etária. Saber distinguir o temperamento
predominante, bem como as capacidades e restrições
que isto acarreta, é fundamental para a compreensão
do comportamento individual e grupal da criança.
Além disso, possibilita uma sensata adoção de
medidas orientadoras e compensadoras dos excessos,
com vistas a um harmonioso equilíbrio de tendências.
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As
bases anímicas do comportamento humano
2ª ed. 1996, 64 págs.
"Como decifrar o enigma que cada pessoa nos apresenta?
Nós o decifraremos defrontando-nos com essa pessoa de
modo a estabelecermos harmonia entre nós e ela. É permeando-nos
assim, com sabedoria de vida, que poderemos decifrar
o principal enigma da existência, ou seja, cada ser
humano em particular. [...] O que devemos fazer é colocar-nos
diante de cada pessoa em particular, manifestando-lhe
compreensão imediata." (R.S.) |
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Duas
conferências
3ª ed. 1996, 48 págs.
"O raciocínio puramente intelectual e materialista se
compraz em acreditar que não se pode penetrar no âmago
das coisas senão por meio de conceitos abstratos; dificilmente
admitirá que, para esse fim, as outras forças anímicas
sejam pelo menos tão necessárias quanto o intelecto.
Não se trata apenas de uma metáfora quando afirmamos
ser possível compreender algo tanto com o sentimento
e as emoções quanto com o intelecto." (R.S.) |
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Sua
poesia e sua interpretação
2002 - 72 págs.
Os contos de fadas são, segundo Rudolf Steiner, um tesouro
espiritual da humanidade. Fruto de vivências primordiais
da existência humana, sua atuação tem um efeito inconsciente
na alma ao resgatar, por meio de imagens significativas,
o longo percurso do amadurecimento humano na Terra.
Por esse motivo, pessoas de todas as épocas -- principalmente
crianças -- sempre reconheceram neles, embora de modo
inconsciente, algo afim com sua própria alma. Como um
autêntico alimento anímico, o conto de fadas sacia a
'fome interior' durante a vida inteira -- pois seus
reis, princesas, anões e gigantes correspondem a profundas
realidades internas de todo ser humano. |
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O
estudo geral do homem, uma base para a pedagogia
3ª ed. 2003, 160 págs.
Primeiro dos três volumes da obra pedagógica básica
de Rudolf Steiner, este livro é imprescindível a quem
pretenda assumir a prática da pedagogia Waldorf. Nele
está contido o que se poderia entender por uma 'antropologia
antroposófica', ou seja, a análise bio-psicossocial
do homem sob o enfoque de seu relacionamento espiritual
com o Cosmo e suas forças criadoras.
Com uma linguagem coloquial, Rudolf Steiner evidencia
a necessidade, ainda hoje premente, de se considerar
a criança um ser dotado de aptidões e características
cujo desabrochar o professor deverá promover mediante
um firme e amplo conhecimento pedagógico — não
no sentido de treiná-la intelectualmente, mas de encaminhá-la
para a vida adulta atravessando um harmonioso desenvolvimento
de suas capacidades físicas, psíquicas e espirituais. |
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METODOLOGIA
E DIDÁTICA
2ª ed. 2003, 160 págs.
Proferido paralelamente à série contida no vol. I de
A ARTE DA EDUCAÇÃO, este ciclo de conferências vem acrescentar,
à concepção antropológico-pedagógica lá exposta, detalhadas
indicações para um desempenho didático coerente com
os princípios da pedagogia Waldorf.
Já tendo sido publicado em vários idiomas, aponta um
roteiro prático cujos exemplos particulares constituem
bases bastante válidas para, com a necessária adaptação
a línguas e regiões diversas, orientar o professor na
realização do currículo Waldorf segundo os moldes originais.
Rejeitando qualquer intelectualismo pedante, Steiner
apela com veemência ao lado prático, ligado à vida,
no ensino de qualquer matéria. Além disso, ressalta
a importância da arte como meio indispensável à transmissão
de conhecimentos à criança e como o veículo de aprendizado
que mais sensibiliza a disposição infantil com relação
ao mundo. |
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DISCUSSÕES
PEDAGÓGICAS
1999, 176 págs.
Complementando de maneira dinâmica as conferências que
compõem os dois primeiros volumes de A ARTE DA EDUCAÇÃO,
o presente texto apresenta indicações para a realização
dos conceitos e processos didáticos expostos nos anteriores.
A série de colóquios e palestras aqui reproduzidos propiciaram
um vivo debate de temas ligados às profundas exposições
feitas por Steiner aos participantes do primeiro seminário
para professores Waldorf.
Partindo de um aspecto fundamental para o relacionamento
com os alunos —a questão dos temperamentos infantis
—, o palestrante oferece inúmeras possibilidades
de abordagem tanto da própria criança quanto dos temas
a serem tratados no ensino. Nesse sentido, oferece importantes
subsídios para uma psicopedagogia realmente eficaz,
ao levar em conta a natureza humana global e não apenas
características superficiais de comportamento. |
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4ª
ed. 2003, 88 págs.
"Há alguma significação no fato de sermos um primeiro,
segundo ou terceiro filho?" A partir de tal pergunta,
Karl König apresenta aqui interessantes considerações
sobre o papel de cada filho na constelação familiar
e na vida social. |
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As
fases evolutivas da infância e da adolescência.
3ª ed. 2001, 152 págs.
O crescimento infantil se constitui de segredos a serem
desvendados passo a passo. Do berço à idade adulta,
percorrendo etapas marcantes e decisivas para sua vida
posterior, a criança e o adolescente necessitam da amorosa
compreensão dos responsáveis por seu aprendizado do
mundo e de si próprios.
Descrevendo de modo cativante as fases desse desenvolvimento
rumo à maioridade, o Autor oferece neste livro uma riquíssima
fonte de conhecimento a respeito de nossos filhos, alunos,
pacientes -- enfim, até de nós mesmos, que também já
fomos crianças. |
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6ª
edição 2002, 104 págs.
Fruto de longos anos de experiência em palestras introdutórias
à Ciência Espiritual Antroposófica, o presente livro
traz um panorama das principais abordagens antroposóficas
dos diversos campos do conhecimento humano, incluindo
formas de atividade prática nas instituições.
Sem pretender esgotar qualquer assunto, o autor propicia
aqui uma valiosa oportunidade de visão de conjunto,
ao mesmo tempo estimulando o interesse para a leitura
da vasta obra de Rudolf Steiner. |
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Conferência
com dois temas.
6ª edição 2002, 34 págs.
"Cada geração, ao evidenciar seus mais graves defeitos,
é fisicamente uma cópia fiel da geração precedente.
E quando se observam certas falhas dos próprios filhos
numa época posterior da vida, essa observação deve constituir
um pouquinho de razão para um autoconhecimento —
pois é por um processo muito íntimo que tudo o que ocorre
ao redor da criança se expressa na organização física."
(R.S.) |
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Educar
segundo o conhecimento científico-espiritual do homem
2000, 192 págs.
Indicando procedimentos metodológicos adequados à estruturação
do ensino, Steiner demonstra, nestas conferências aos
primeiros professores Waldorf, como o paulatino amadurecimento
infantil vai propiciando a introdução dos conteúdos
pedagógicos necessários, desde que se observem as características
de cada fase ou idade para a elaboração do currículo.
Educar para a vida deve ser a verdadeira meta de uma
pedagogia voltada ao desenvolvimento integral dos alunos,
para que no futuro estes venham a assumir seu papel
no amplo contexto da humanidade. |
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Contribuição
à prática pedagógica
1997, 76 págs.
Trabalhar conhecimentos antropológicos não só de maneira
intelectual, mas principalmente meditativa — eis
a recomendação fundamental de Steiner neste breve ciclo
de alocuções. Segundo ele, a meditação como prática
de autodesenvolvimento pedagógico contribui para a transformação
de uma pedagogia meramente 'científica' em verdadeira
arte de educar. Fundamentada em impulsos nascidos de
um esforço genuíno, tal arte deveria ser o escopo e
aspiração de todo aquele que pretendesse a qualificação
e o reconhecimento como educador. |
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